Corpo de trabalhador que morreu após ter sido soterrado em fábrica de Campina Grande é velado

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velorio-trabalhador-870x522O velório do trabalhador que morreu soterrado após um silo de milho se romper em uma fábrica de Campina Grande, começou na manhã desta quinta-feira (9), na cidade de Queimadas, onde ele morava, no Agreste da Paraíba. O corpo está sendo velado no Cemitério Novo, no bairro do Castanho. A família informou que o enterro será às 16h, no mesmo local.

Geraldo José da Silva tinha 46 anos e trabalhava na fábrica de milho em Campina Grande há um ano e oito meses. O homem morreu na manhã desta quarta-feira (8), depois que ele e outro funcionário da empresa Vitamilho, localizada na avenida Almeida Barreto, foram soterrados após um silo de milho se romper dentro da fábrica.

Corpo está sendo velado no Cemitério Novo, no bairro do Castanho, em Queimadas (Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba)

Em nota, a ASA Indústria e Comércio LTDA lamentou o acidente e informou que a empresa está prestando toda a assistência médica e psicológica às famílias das vítimas.

Os dois funcionários foram levados para o Hospital de Emergência e Trauma da cidade, mas apenas José Eugênio Alves Pequeno Filho, de 51 anos, sobreviveu. Na manhã desta quinta-feira (9), a unidade de saúde informou que Eugênio Alves recebeu alta ainda na noite da quarta.

Acidente na fábrica de milho

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o caso ocorreu por volta das 9h. Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foram acionadas. Um funcionário foi resgatado pouco após o acidente e o outro ficou cerca de 40 minutos soterrado.

Na manhã da quarta-feira (8), o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande divulgou que o estado de saúde de José Eugênio Alves Pequeno Filho, de 51 anos, era estável. A outra vítima resgatada, Geraldo José da Silva, de 46 anos, deu entrada em estado grave e morreu após tentativas de reanimação.

A ASA afirmou, em nota divulgada, que o acidente ocorreu em uma área de pátio da fábrica que conta com normas operacionais e procedimentos de segurança muito rigorosos. Todos os operadores são capacitados com treinamento com foco na segurança operacional.

As causas do acidente ainda estão sendo apuradas pela ASA e pelas autoridades competentes. A ASA esclarece ainda que atende às Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e que possui em seu quadro de pessoal profissionais capacitados na área de prevenção de acidentes e primeiros socorros a fim de preservar a integridade de seu bem maior, que são seus colaboradores.

G1 PB

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